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Chega de sofá destruído

Os 'dogpakrs' soltam a energia do seu pet, que fica mais relaxado em casa e não destrói produtos em casa; também pode ser um investimento para shoppings, centros de moradia e espaços gourmet

por Ana Raquel Lelles
Chega de sofá destruído

Chega de sofá destruido. Se engana quem pensa que o setor de produtos, serviços e comércio de animais de estimação é somente petshops, com as tradicionais veterinárias, banho e tosa e loja. Hoje temos uma variedade de investimentos na área, como petinfluencer, desing especial de roupinhas e casinha, comidas com mais nutrientes, day care, hotelzinho, dog park, entre outros. O que não falta são formas de investir! 

É um setor que vem crescendo ano a anoSomente em 2021, o nicho comercial teve um crescimento de 27% no faturamento e os lucros alcançaram R$ 51,7 bilhões, conforme o Instituto Pet Brasil.  “O Brasil é um mercado que cresce mais do que outros lugares do mundo porque a gente considera os animais de estimação parte da família. As redes de petshop cresceram por causa desse amor”, afirma o empresário mineiro Tiago Palhares.

O investidor é o idealizador do ‘Tail’, uma franquia de animal park. Ele explicou que o espaço acolhe todos os animais que tem “cauda”, por isso o nome do investimento, ‘rabo’, em inglês. 

Dog Park 

Os dog park são uma área para os donos passearem com seus cães e fazer uma “social” entre os animais e Chega de sofá destruídoé pensado para o animal se exercitar e passear. Palhares explica que é um bom investimento porque, nas grandes cidades, os pets estão ficando cada vez mais em apartamentos e, com a rotina corrida, os donos não têm tanto tempo para passear com eles.

Assim como nós, seres humanos, nossos amigos também precisam de uma atividade de lazer, distração e prazer para se espaiar de ansiedades, estresses e melhorar o organismo. “Hoje em dia, essa é uma necessidade primária do cachorro, assim como a gente”, afirma. 

A franquia será inaugurada em março do ano que vem, com opções para espaços fechados e abertos. Todas as unidades contam com uma loja de produtos para pet, banho e tosa e um veterinário que vai em dias específicos da semana. 

  • Indoor:  200 metros quadrados, focados em bairros com apartamentos mais funcionais, como a Savassi em BH, existe a demanda muito alta para passear com o pet mas pouco espaço, já que não tem praças próprias para isso
  • Outdoor: é uma mescla com outras atividades, em que o dono deixa o cão lá e vai fazer outras atividades 

O tail estará no shopping 356, que tem a proposta de ser uma área conceito. Palhares comenta que os donos dos pets também podem ter um espaço de lazer no local. “Você deixa seu cachorro no dogpark e toma uma cerveja”, disse, em tom descontraído. 

Este exemplo mostra como o dog park conversa com outros investimentos e pode ser uma forma de aumentar o lucro e valor de mercado de shoppings, áreas gourmet e conceitos. 

Como funciona um dogpark? 

O dog park, como explicou Palhares, tem a proposta de ser esse espaço para o animal se exercitar, como um playground. A principal diferença para os parques e praças públicas são os investimentos em segurança (para o pet não fugir, se machucar ou ser atropelado por carros que passam pelo local), limpeza e atividades para o animal.

Chega de sofá destruído

 “A gente vê esses vídeos de cachorro rasgando o sofá. No dogpark, ele consegue colocar o instinto dele à prova e ser cachorro de verdade”, afirma o empresário.

Por exemplo, no dogpark, o chão é sensorial, o que estimula ainda mais os extintos. “É uma estrutura toda pensada para cachorros se exercitarem e interagirem com outros: o circuito que tem brinquedos e obstáculos de agir que estimulam o cão a treinar um movimento”, afirmou Tiago. 

Já a diferença para um petshop comum é exatamente essa área de atividades para o animal. Mas, o Tail, dogpark do Tiago Palhares, também tem uma loja e uma área de ‘banho e tosa’, similar ao modelo de petshop, integrado a unidade. 

O Tail funciona por assinatura e com variações de produtos: o dono pode pedir para o animal só passear no dog park ou também tomar banho e outros cuidados. 

Formas de lucro?

Chega de sofá destruídoA assinatura do dogpark é a principal fonte de lucro do franqueado: os clientes podem escolher quantos dias da semana querem deixar o animal de estimação e se vão precisar de banho e tosa ou outros serviços do local, o que aumenta o valor da mensalidade ou do pacote. O dono da franquia também lucra com os produtos para animais: acessórios, roupinhas, camas, alimentação especial, brinquedos… A loja também é um local para a retirada de produtos que o cliente comprou on-line, como explica Palhares. 

O petpark pode ser um local de eventos, como festas para cães ou eventos em que animais de estimação são bem-vindos. A área também pode ser alugada por grandes empresas para dias especiais e dinâmicas com os funcionários, como um “leve o seu cão para a comemoração da firma”. Outra ideia, como citou Tiago, grandes centros de comércio, como shoppings e áreas gourmets e conceito, tem o seu valor de mercado aumentado com o dogpark. As parcerias para o franqueado são bem-vindas e essa forma de terceirização do espaço é parte do lucro.

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