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Crescimento do setor funerário demanda novas tecnologias para gestão

por DINO

O setor funerário movimenta cerca de R$ 7 bilhões todos os anos, segundo o Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep). Nos EUA, deverá movimentar, até 2027, US$ 42 bilhões, segundo estimativa da global Absolute Markets Insights. Este potencial de crescimento é, sobretudo, apoiado por novas tecnologias para poder atender a gestão de negócios e as demandas desse mercado.

Com o faturamento progressivo do setor, empresas de tecnologia como a Novacorp voltam-se para esse segmento trazendo novidades e soluções digitais mais condizentes às necessidades deste mercado, otimizando e qualificando a gestão da rede credenciada de prestadores de serviços (funerárias) em todo o Brasil.

Márcio Müller, CEO e sócio-fundador da Novacorp, é um entusiasta sobre novos lançamentos para o setor, a sua empresa foi pioneira no desenvolvimento de um software que possibilitou unir as demandas de funerárias e planos funerários em uma mesma plataforma, uma solução, até então, inexistente no mercado. “Foram três anos de projeto para realmente entender as suas necessidades e daí começar a desenvolver o software que levou ainda mais um ano para ser concluído”, disse.

“Conseguimos juntar dois sistemas em um só e sentimos, realmente, que o mercado é carente dessa demanda. De um produto de alta capacidade e que não exige custos com equipamentos e armazenamentos, pois também não existia nenhum produto do setor voltado para a nuvem, essa é uma outra conquista entre tantas facilidades que o software proporciona para uma gestão inteligente”, destaca o CEO.

O software da Novacorp vai ao encontro do enquadramento à lei federal de planos funerários, que passou a exigir adequação contábil e financeira de todo setor funerário. “Além da geração do carnê, cobranças e acordos, por exemplo, possuí integração 100% on-line para registros de títulos bancários com os maiores bancos do país”, afirma.

Facilidades tecnológicas que fazem o setor avançar, mas que ainda necessita de maior interesse e envolvimento das pessoas para lidar com o assunto preventivamente. No ranking Qualidade da Morte, conduzido pela Economist Intelligence Unit, o Brasil ocupa a 42ª posição entre 80 países e os planos funerários são conhecidos por apenas 65% dos brasileiros. Apesar dessa percepção, o setor continua crescendo e se desenvolvendo de modo crescente e constante.

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