Escola bilingue ampliará atuação no norte

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Rede de franquias ampliará sua atuação no Norte do país

Em tempos onde as más notícias prevalecem, há, sim, motivos para vislumbrar um futuro melhor. Até o fim de 2021, a Maple Bear, escola bilingue com metodologia canadense, ampliará sua atuação no norte do país até 2021.

A escola pretende mais que dobrar sua presença na Região Norte do País. Hoje, com sete unidades em operação nas capitais, exceto no Estado do Amapá, com alunos do ensino infantil ao fundamental, a rede deseja abrir mais 11 escolas em cidades estratégicas do interior de quatro estados da região.

Para se ter ideia, este movimento gerará um investimento de R$ 20 milhões e cerca de 400 empregos diretos. A expectativa é que até o fim do mês representantes da franqueadora se reúnam, virtualmente, com investidores locais interessados em abrir unidades da escola nas cidades de Ananindeua, Marabá, Parauapebas e Santarém, no Pará; Macapá e Santana, no Amapá; Araguaína e Gurupi, em Tocantins; Ariquemes, Ji-Paraná e Vilhena, em Rondônia.

Para a franqueadora é um momento interessante para avaliação de franqueados nas regiões norte do país o que fortalece a atuação da rede nessa região. “Até o momento, identificamos apenas escolas que oferecem a segunda língua no contraturno, mas a proposta da Maple Bear é muito mais profunda. Em nosso programa, os três primeiros anos são ministrados 100% em inglês e nos anos seguintes 50% das aulas. Com isso, o aluno desenvolve uma fluência muito rapidamente. Soma-se a isso uma metodologia na qual o aluno é protagonista no processo de aprendizagem, cujo foco se dá no desenvolvimento de suas habilidades, em detrimento da memorização inerente ao método de escolas tradicionais. Formamos um cidadão muito mais preparado para um mercado de trabalho cada vez mais dinâmico, competitivo e globalizado”, afirma o diretor de expansão da Maple Bear, Adriano Magalhães, ao explicar que além de populações e renda significativas e em crescimento, os municípios mapeados apresentam traços comuns na área de educação, como alta concentração de escolas de métodos tradicionais conteudistas e, principalmente, carência no bilinguismo fora das capitais.

Mercado no Norte do país

O mercado educacional tem se fortalecido no setor de franquias. Oriunda de Vancouver, no Canadá, a rede é referência nas melhores práticas de ensino do país, além de ser pioneira em bilinguismo e líder entre países de língua inglesa.

Outro diferencial é que o setor é bastante atraente para os investidores, já que proporciona receita recorrente, permanência dos alunos na escola por vários anos e com índice de rematrícula superior a 90%.

Rede de franquias ampliará sua atuação no Norte do país

Esta informação sobre o setor é reforçada com dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising), que mostram que franquias de serviços educacionais registraram um crescimento em 2019 frente ao ano anterior de 7,4% em faturamento, ficando em terceiro no lugar no ranking dos segmentos que mais cresceram no período.

Com mais de 30 mil alunos, distribuídos nas 145 unidades em operação no Brasil , a rede, com 450 escolas pelo mundo, é uma alternativa interessante para quem deseja ser dono de uma escola com um nome consolidado.

Raio-X

Nome da rede: Maple Bear Brasil
Ano de fundação: 2005
Início da operação da franquia: 2005
Número de unidades: 145 escolas
Investimento inicial: a partir de R$ 1,2 milhão (incluso capital para instalação, taxa de franquia e capital de giro)
Margem média de Lucro (mensal): 20%
Prazo de retorno: a partir de 36 meses
Royalties: R$ 1mil fixo mensal
Taxa de Publicidade: 2% do faturamento bruto
Tamanho da unidade: 600 a 5.000 m²
Número de funcionários: de 12 a 30
Telefone: (11) 3624-1772
Site: www.maplebear.com.br 
E-mail: expansao@maplebear.com.br

 

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Consultor de Campo não é um palpiteiro

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Consultor de Campo não é um palpiteiro

A sensação de invasão é comum quando o consultor de campo chega e dá dicas e sugestões de mudanças. No começo os franqueados aceitam muito bem, mas com o passar do tempo a relação costuma ficar um pouco desgastada. Entretanto é importante dizer que o Consultor de Campo não é um palpiteiro.

O franqueado muitas vezes descobre atalhos e maneiras para fazer algumas coisas, que podem interferir no resultado daquela operação. Para evitar que coisas assim aconteçam, o consultor tem uma cartilha a seguir e avaliar com o objetivo de manter aquela operação dentro dos padrões da franqueadora.

Vamos Simplificar tudo

O consultor de campo tem um papel importante no seu negócio. Ele é o maestro de uma orquestra. Traz em sua  bagagem a visão do franqueador, os caminhos que deverão ser seguidos. Traz o conhecimento adquirido na sua rotina de avaliação diária de diversas lojas.

Consultor de Campo não é um palpiteiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Função do Consultor de Campo

Seu principal objetivo é manter o padrão. Fazer com que a banda toque em sintonia, sem deixar ninguém desafinar. Para isso ele observa alguns itens muito importantes como:

Na loja

  • Entrada da Loja – Vitrine, letreiros, manequins. A entrada é o cartão de visita de qualquer varejista.
  • Atmosfera da loja – Som ambiente, ruídos, se o ambiente está aromatizado. Itens como esse, podem atrair ou afugentar clientes. Já pensou nisso?
  • Manutenção da área de vendas – Interruptores limpos, vidros e espelhos limpos
  • Qualidade dos provadores – Iluminação, espelho, afinal de contas é um momento importante para venda quando o cliente usa os provadores.
  • Balcão de vendas – Rodizio de vendedores, estoque do balcão limpo e arrumado, computador e impressoras funcionado corretamente, POS, enfim tudo que se não estiver funcionando corretamente pode fazê-lo perder venda.

No Estoque

  • Estoque Escritório – Quantidade de material de expediente, se estão sendo armazenados em locais corretos o estoque, se a mesa está organizada, entre outros detalhes. O objetivo é te ajudar a se organizar. 
  • Mercadoria – Avaliar se o mix está correto, se os complementos estão adequados, se o estoque está adequado com tamanhos e cores.
  • Prevenção de Acidentes – Essa é uma função muito importante e cuidadosa do consultor de campo. Verificar se existem obstáculos que possam causar acidentes, escadas livres, extintores funcionando.
  • Programação Visual – Arrumação dos produtos e com os preços corretos

Nas Vendas

  • Força de vendas – Equipe uniformizada, maquiada, entusiasmada. Além disso, tem a função de ajudar a contornar desentendimentos, encontrar soluções para auxiliá-lo na gestão.
  • Relacionamento – Análise de lista de frequência, relacionamento com o cliente, estruturação de ações para atrair atenção de clientes e gerar fato novo e aumentar o interesse pela marca e seus produtos de forma regional.
  • Promoções – Verificar se a equipe está inteirada das promoções, verificar o feedback que está sendo dada aos clientes, entender a resposta dos clientes referente a promoção daquele período.
  • Satisfação dos clientes – Acompanhamento da taxa de conversão, entender o que levou a não comprar, satisfação do cliente interno (funcionários), etc.

Na Operação

  • Procedimentos Operacionais – Avaliação se os lançamentos estão sendo feito corretamente, se mercadoria com defeito estão dentro dos padrões estabelecidos, redução da utilização de telefone pessoal dentro do PDV, por exemplo são itens observado pelo consultor.
  • Segurança – Avaliação do procedimento de abertura e fechamento de caixa, bem como os recursos em espécie que ficam no caixa.
  • Habilidades do Gerente – Orientar o salão de vendas, verificar a separação entre profissional e amizades com as funcionários (as).
  • Quadro de Pessoal – Avaliação do quadro de funcionários, escala, motivação.

A conclusão disso tudo

Como pode observar o acompanhamento tem uma função muito estratégica e que muitas vezes não são seguidas em sua totalidade. Ter um Consultor de Campo é ajudar o seu modelo de negócio atingir resultados e entender aonde precisa ser ajustado.

Pense nisto. Verá que se tiver cabeça aberta para escutar o seu consultor de campo, muitas coisas poderão ficar melhor.

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Quais são os problemas mais comuns em Franquias

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Quais são os problemas mais comuns em Franquias

Muitas pessoas quando resolvem entrar no universo da franquia depara com diversos desafios. Por isso resolvemos trazer quais são os problemas mais comuns em franquias.

Além dos problemas habituais de todo negócio, de toda empresa, tais como funcionários, consumidores, localização do ponto, capital de giro, concorrência e sazonalidade, existe um problema bastante delicado que é o relacionamento entre franqueados e franqueadores e a administração de conflitos entre essas partes.

Levantamento realizado pela ABF (Associação Brasileira de Franchising) a maioria dos litígios é movida por ex franqueados que responsabilizam a franqueadora por não ter dado o apoio e treinamento necessários.

Ainda, segundo o Conselho da Câmara de Arbitragem de São Paulo, o número de processos de franqueadores contra franqueados tem crescido cerca de 10% ao ano e os principais conflitos estão diretamente ligados ao relacionamento entre as partes.

Como isso pode ser minimizado

O relacionamento entre Fraqueados e Franqueados deve estar disposto na COF (Circular de Oferta de Franquia) que é o documento que deve prever toda a operação, custos e promessas de forma detalhada.

Os problemas começam com a redação desta COF, que em muitas vezes se apresenta de forma ambígua, ou até contraditória. Outras vezes, não cumprem todo os requisitos exigidos pela lei de franquias.

Além do mais, muitos franqueados não leem o documento de forma completa e não buscam assessoria especializada na hora da contratação. Diante disso, acabam por não entender completamente as regras do jogo, ou só vão entendê-las durante o negócio.

Promessas Exageradas – Expectativa x Realidade

Muitas vezes também acontecem promessas exageradas por parte das Franqueadoras. Na ganância de abrir novos mercados, algumas empresas optam pela franquia, mas não possuem procedimentos regulares, não selecionam devidamente seus franquiados, estimam seus números de forma muito otimista, não considerando a realidade e, muitas das vezes, não dão o suporte técnico e treinamentos necessários para o sucesso do negócio, ao longo de toda a duração do contrato.

Segundo a consultoria Franchise Solutions cerca de 19% dos franqueados alegaram que a falta de treinamento foi a causa de sua falência.

Com o tempo, como em qualquer relação humana ou de negócios, o relacionamento entre franqueado e franqueador se desgasta.

O resultado desse problema mais comum é uma insatisfação com a operação como um todo. Esse sentimento de frustração acaba gerando resultados negativos. Os conflitos acabam por deixar franqueados e franqueadores menos motivados. O resultado é lucratividade baixa ou nenhuma. Conhecemos muitas empresas que operam no vermelho por meses seguidos.

O franqueado se vê sem a margem de lucro esperada ou prometida, causando diversos problemas financeiros que se refletem em toda a operação, como dívidas com bancos e instituições financeiras para cobrir despesas cotidianas como salários e impostos.

Muito embora a taxa de fechamento de franquias seja menor do que a de uma empresa comum, esse número vem a cada ano aumento muito mais. Estimasse que, para o caso das micro franquias, a taxa de fechamento seja de 10% dos negócios.

Além do possível encerramento das atividades com prejuízos financeiros para ambas as partes, existe a possibilidade de repasse das operações para terceiros. Todavia, esse procedimento também gera enormes conflitos, pois muitas das vezes não são bem definidos na COF pelas franqueadoras.

Existem soluções

Franqueado e franqueador devem entender que é possível ajustar a relação durante a vigência do negócio com o objetivo de manter a operação de forma lucrativa.

Quais são os problemas mais comuns em Franquias

Existem atualmente alternativas para a solução de conflitos que não envolvem o Poder Judiciário. Centros de Mediação e Conciliação, além de Câmaras de arbitragem oferecem condições mais rápidas e menos onerosas para proporcionar um acordo entre as partes que seja benéfico para os dois lados.

Em qualquer caso, possuir uma consultoria jurídica que possa levantar os pontos críticos do contrato, esclarecer as obrigações de cada parte, cobrar responsabilidades de quem deve ser cobrada e, principalmente, negociar e propor soluções práticas é sempre o melhor primeiro passo a se tomar.

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Franquia e franqueado: a arte de negociar

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Franquia e franqueado: a arte de negociar

Nos últimos meses, desde que a pandemia do COVID-19 atingiu em cheio o País, as relações, pessoais e profissionais vêm sendo cada vez mais testadas. O ambiente de negócios entre franquia e franqueado tem sido exaustivamente testado na arte de negociar.

Esse aprendizado não se restringe apenas ao ambiente de trabalho, mas tem sido colocado a prova em casa, com a família, e muito mais no ambiente corporativo, mesmo que virtualmente, diante desta nova rotina.

O que deve ser observado

No mundo das franquias, o verbo negociar vem sendo conjugado à exaustão entre o franqueado e o franqueador. Afinal, para muitos negócios, a queda de faturamento foi gritante, mas as obrigações contratuais permanecem.

Franquia e franqueado: a arte de negociar
Advogada Camila de Abreu Pinto

A advogada, Camila de Abreu Pinto, do escritório EVI Sociedade de Advogados, de São Paulo, SP, ressalta que embora no final de 2019 tenha sido publicada a Nova Lei de Franquias (Lei 13.966, de 26 de dezembro de 2019), a qual entrou em vigor em março deste ano, ela não traz meios e métodos a serem adotados pelas franquias e seus franqueados para o enfrentamento de situações totalmente atípicas como esta, regulando, apenas, os deveres e as obrigações das partes, referentes às normas a serem seguidas para a abertura e manutenção do negócio. “Mediante a ausência de previsão de medidas a serem tomadas na atual situação, devemos observar a melhor forma para que haja uma solução equilibrada a fim de que nenhuma das partes seja prejudicada nesta relação comercial”, comenta a advogada, ao aconselhar que, primeiramente, haja uma conversa franca entre o franqueado e a franqueadora para que ambos possam se adequar a atual realidade, estudando o cumprimento das obrigações.

De acordo com Camila, é preciso observar que se após o fechamento do ponto físico do franqueado, ele realmente teve uma diminuição considerada do seu rendimento, o que o impossibilita a cumprir com as obrigações assumidas em contrato. “Muitas franquias estão direcionando e incentivando seus franqueados ao modelo do e-commerce, o que vem sendo uma medida inteligente para salvar o negócio dos dois lados. No entanto, nem todas as franquias conseguem focar o seu business para este canal.”

Franqueadores e franqueados treinam a arte de negociar

Segundo ela, se após a análise for verificada a impossibilidade real do pagamento integral, é o momento de analisar quais as obrigações que os franqueados possuem com as franquias que podem ser negociadas, suspensas ou reduzidas. “A taxa de publicidade é uma das que podem entrar neste pacote, por exemplo, assim como a taxa de franquia, geralmente quitada na integralidade no momento da inauguração, e os royalties”, afirma, ao explicar que deve-se também analisar se com o fechamento dos comércios, o faturamento vem sendo afetado de maneira grave ou se há algum impacto na veiculação de propaganda e marketing oferecido pela franquia aos seus franqueados, para que a relação seja igualitária e possa perdurar após este período. “Todos os valores podem ser revistos e analisados de maneira isolada. Assim, é possível manter um equilíbrio contratual, sem onerosidade para qualquer parte”, finaliza.

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Não tem nada mágico em se tornar empresário

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Ter um negócio é diferente de mágica

A paternidade me fez avaliar com mais profundidade algumas ações. Não tem nada mágico em se tornar empresário. Acreditar que a franquia funciona sem a sua presença é a mesma coisa que deixar dinheiro escorrer entre seus dedos. Ficar longe e não pedir ajuda na operação vai te fazer perder dinheiro. O que antes poderia passar despercebido, foi alterada ao assistir a dura jornada da minha esposa para amamentar nosso filho, hoje com 3 anos.

Era dolorido, sofrido, penoso, mas necessário. A mudança de Colostro em leite materno não é simples e fácil como se conta nas novelas. É duro, difícil, mas fundamental.

Eu a vi chorar durante as tentativas, mas a vi perseverar e pedir auxilio a pessoas com mais experiência para ajudá-la atingir o único objetivo daquele momento: conseguir fazer nosso moleque mamar o leite materno abundante que ela produzia.

Nas gestão de uma empresa não é diferente.

Muitas pessoas começam negócios com pouca ou nenhuma experiência, acham que através de formatos de franquias vão encontrar a realização do sonho. Como se fosse um passe de mágica. Mas não funciona assim. É necessário empenho, persistência e muitas vezes sofrimento para atingir o resultado esperado.

Ter uma empresa, seja ela franqueada ou não, significa seguir as regras que foram testadas pelos franqueadores e pelo mercado. Significa trabalhar perto, estruturando metas, para acompanhar os indicadores para tomar medidas acertadas e melhorar a performance.

Pode até ser polêmico, mas não é mágico

Mas a grande polêmica está na cultura do brasileiro. Ele acredita que pode montar algo e que a operação terá condições por si só de trazer os resultados que ele pensou no início. Não faz um planejamento adequado, uma estratégia de negócios para auxiliá-lo nas decisões que deverá tomar. Entende que o mais fácil é seguir o caminho de acreditar que a empresa terá condições de fazer tudo no automático.

Só que uma coisa é certa: ficar longe da operação, achar que ela é auto sustentável, é o mesmo que deixar dinheiro escorrer entre seus dedos. É pedir para se ludibriado. Mas como todo bom empresário, sabe muito bem como e para quem vai terceirizar a culpa.

Independentemente de quem levará a culpa, lembre-se que todo tempo gasto, sonhos desperdiçados, o tempo perdido ao lado de sua família e amigos e problemas financeiros que surgirão são apenas seu, de sua total responsabilidade.

Lembra quando citei o fato da minha esposa pedir ajuda a quem conhecia mais do que ela sobre amamentação?

Então, se você tem um problema dentro da empresa, percebe que pode fazer mais, não sabe como é o momento adequado para buscar ajuda. Muitos pensamentos virão a sua mente, e vão fazer parecer que se tomar uma decisão de pedir ajuda estará se rebaixando e demonstrando sua total incompetência diante daquela situação.

No entanto, é importante que você saiba, que a sua falha, poderá servir de suporte para sua própria experiência, de seus parceiros e de seus funcionários e com isso tornar sua empresa mais estruturada e muito mais equilibrada no futuro.

Pense nisto. 

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O perfil do novo executivo de Shopping

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O perfil do novo executivo de Shopping

O fechamento de shopping após as determinações de isolamento social, tem dado sinais de que será necessário adequar o perfil do superintendente. E isso vem ganhando mais evidências de como deverá ser o perfil do novo executivo de shopping.

Para entender essa mudança de perfil do executivo de shopping é preciso voltar um pouco no tempo. Não é a primeira vez que essas características são ajustadas para atender às demandas do mercado.

É claro que não tenho bola de cristal e nem consigo prever se realmente essa projeção vai se realizar,  mas escrevo com base nas percepções vividas ao longo de mais de 20 anos próximo ao ambiente de shopping, nas expectativas geradas pelos lojistas e pelos sinais econômicos que geram incertezas nos varejistas.

Uma coisa é certa: esse novo profissional de shopping center terá desafios importantes de gestão.

Você sabe como chama esse executivo?

A pessoa responsável pela gestão dos shopping centers é o Superintendente. Tecnicamente ele deve ter conhecimento administrativo, recursos humanos, financeiros, operacionais, marketing e habilidade comercial, afinal de contas é ele quem apresenta números e dados para lojistas e para os empreendedores.

Resumindo esse nome bonito, e pomposo, o superintendente é o Síndico do Shopping. Não fique bravo comigo, mas é essa a verdade. Ele tem o papel de zelar pelo time que vai cuidar do imóvel e prestar contas das despesas de condomínio bem como o recebimento de alugueis que vão remunerar os donos do empreendimento.

Na hierarquia do modelo de shopping center ele ocupa o cargo mais alto e de maior responsabilidade.

Como era o perfil no passado

O Shopping ganhou grande evidência na década de 1950 e chegou ao Brasil na década de 1960 com a implantação da primeira unidade. O Shopping Iguatemi em São Paulo foi o primeiro empreendimento comercial desse formato construído no Brasil. Ele foi inaugurado em novembro de 1966 no terreno de uma chácara da família Matarazzo.

O superintendente passou a ser muito valorizado. Ele andava de terno e gravata, era um ser intocável e inacessível tanto a lojistas quanto para os interessados em implantar negócios dentro do empreendimento.

Chegar ao superintendente era preciso paciência e muita conversa. Engraçado dizer, mas essa característica pode ser observada ainda hoje em alguns empreendimentos.

E isso mudou?

Entre 2005 e 2014 o perfil foi desse profissional foi modificado. Buscavam pessoas que tinham a característica de aproximação, que colocavam a mão na massa. Não cabia mais nesse tempo, a representação do superintendente que andava todos os dias de terno e gravata. Ele tinha que ser visto nos corredores e ser mais acessível aos lojistas.

Entretanto, o interesse de bancos e investidores financeiros pelos empreendimentos de Shopping alterou mais uma vez o perfil desse executivo. A crise vivida a partir de 2014 demonstrou que seria necessário ter um profissional com um perfil técnico financeiro.

Nessa época muitos gerentes financeiros se tornaram superintendentes. Era preciso manter os números prometidos aos investidores, e por causa disso essa habilidade cartesiana era mais importante do que outras.

O perfil do novo executivo de Shopping

O sinal dos novos tempos demonstra que o novo executivo de shopping center terá que ser transformado e alterado mais uma vez. O perfil financeiro continua sendo importante, mas será imprescindível que outras características sejam mais evidenciadas para o futuro dos shoppings centers. O novo Superintendente terá uma função mais evidente de ser um FACILITADOR.

Como facilitador será responsável por desempenhar funções de orientação, gestão e instrução para auxiliar e assessorar de forma correta o desempenho das atividades desenvolvidas pelos lojistas.

Se você atua no setor, provavelmente vai dizer algo assim “Ah! mas hoje eu já faço isso”, e vou afirmar que acredito que realmente faça. O que muda agora é o perfil primário.

Esse perfil primário deverá ser focado em habilidades como negociar, conversar e encantar e por isso devem ficar a frente das habilidades cartesianas com números e dados. Esse novo profissional deverá ser leve, extrovertido, enérgico, resolutivo e ter capacidade de correr riscos.

O perfil do novo executivo de Shopping

O novo executivo deve ser generalista

O perfil do novo executivo de shopping será preciso ser generalista tanto no sentido de conhecer várias áreas das empresas e dos mercados, como no sentido do auto-desenvolvimento.

Provavelmente por isso, pode ser que esse novo executivo venha de outros segmentos, que tenham tido experiências na gestão de próprio negócio ou até mesmo que já tenham passado pelo segmento em outras épocas. 

Uma coisa é certa, esse novo executivo deverá estar alinhado com as demandas do mercado e não mais apenas com as intenções do negócio. Não haverá espaços para o cada um faz o seu, o novo modelo será desenhado a 4 mãos no formato vamos fazer juntos.

Esse novo perfil de executivo que provavelmente está sendo construído durante esse período desafiador que estamos vivendo, demonstra que deverá ter capacidades que vão além do ambiente de gestão. Será preciso saber fazer contato visual, saber ouvir, e muitas vezes impor-se num debate com um tom de voz adequado.

O mais importante é saber que

Em algum momento, esse executivo terá que se opor a decisão financeiras e tenha que defender operadores que tenham sinergia com o Tenant Mix, potencial de recuperação e afinidades com o empreendimento.

Para isso é importante que ele esteja envolvido no dia a dia da operação. Deverá conhecer o perfil e as características de cada um de seus lojistas, sejam eles franqueados ou não, para identificar aqueles que ainda estão a frente da operação e conhecer bem aqueles que abandonaram o barco e com isso possa minimizar os impactos na sua gestão.

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Convid: As vantagens de ter uma franquia

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Convid: As vantagens de ter uma franquia

Uma evidência que tem vindo a tona durante esse momento desafiador que estamos vivendo está ligado a franquia. Você já parou para pensar nas vantagens de ter uma franquia em tempos de Convid?

Existe sim algumas vantagens em ser franqueado em relação a quem opera unidades autônomas.

Vantagens de ter uma franquia

  • O primeiro ponto que precisa ser destacado está no interesse de sobrevivência das unidades franqueadas. A sobrevivência de franqueadores está diretamente ligada a sobrevivência de suas unidades.
  • O segundo ponto a ser ressaltado é que muitas franqueadoras estão conversado e encontrando soluções em conjunto. Analisando a situação em unidades espalhadas pelos 4 cantos do país para que soluções sejam criadas que atendam da melhor forma possível todos os franqueados.
  • A terceira evidência talvez seja a mais importante de todas: os franqueadores estão se aproximando muito de seus franqueados. Essa proximidade tem servido para dar o suporte necessário nas negociações de alugueis, negociações com fornecedores, funcionários. Em muitos casos, franqueadores disponibilizam o seu jurídico e o seu comercial para atender demandas específicas do franqueado.
  • O quarto ponto que merece atenção está na postura financeira das franqueadoras durante a pandemia. Muitos franqueadores estão sendo flexíveis em relação a cobrança de royalties mensais concedendo descontos, parcelamentos e até mesmo a não cobrança de valores.
  • Por fim, uma última evidência que deve ser ressaltada está ligada ao repasse de franquias. Caso o franqueado decida por interromper a operação, os franqueadores estão dando assessoria, suporte para que possa seja feito repasse de unidades franqueadas. Dessa forma o franqueado terá o prejuízo diminuído.

O grande ponto que deve ser observado e analisado é que esse suporte que vem sendo dado aos franqueados durante a pandemia deverá ser mantido quando a tempestade passar. Essa é uma mudança que veio  para ficar.

 

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Contratos de Locação em tempos de Pandemia

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Contratos de Locação em tempos de Pandemia

Nesse período que estamos vivendo, é muito importante entender o papel dos Contratos de locação em tempos de pandemia.

O que é um contrato de locação

O contrato de locação é parte significativa dos custos da maioria das empresas, o que afeta inúmeras franquias. O valor do aluguel influencia diretamente tanto para o sucesso, quanto para o fracasso de um franqueado.

Em sua natureza, a locação é formalizada por um contrato bilateral, na medida em que determina prestação e contraprestação a ambas as partes contratantes, quais sejam, a disponibilização de bem imóvel pelo locador, e o pagamento dos alugueres pelo locatário.

Diante do cenário imposto de isolamento social devido à propagação do famigerado Covid-19, muito se tem discutido sobre a possibilidade de revisão dos contratos de locação. Isso se deve ao fato de que muitas empresas se encontram fechadas e, portanto, sem faturamento.

Neste sentido, a Lei brasileira prevê a possibilidade de revisão, no artigo 317 do Código Civil, que determina caber ao juiz, corrigir a prestação quando “por motivos imprevisíveis, sobrevier desproporção manifesta entre o valor da prestação devida e o do momento de sua execução”, assegurando o quanto possível o valor real da prestação.

Revisão no contrato é possível?

A possibilidade de revisão, e até mesmo a resolução contratual, com base na pandemia trata-se de caso claro e clássico de excepcionalidade que pode ser facilmente comprovada pelas necessárias políticas públicas para contenção da disseminação do vírus. Ou seja, pode ser considerado como fato imprevisível, em matéria de contratos, e dar ensejo a chamada Teoria da Imprevisão para alterar ou encerrar o contrato, conforme positivado no artigo 478 do Código Civil.

Certo é que a Pandemia do Sars-Cov-2 fará todos experimentarem prejuízo econômico, principalmente no meio privado. Cabe ao Poder Judiciário, portanto, intervir em relações jurídicas privadas para equilibrar os prejuízos, caso fique evidente que pela conduta de uma das partes a outra ficará com todo o ônus financeiro resultante deste cenário de força maior.

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Funil de Vendas pode ajudar seu negócio

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Funil de Vendas pode ajudar seu negócio

Hoje vou trazer uma metodologia que se dissessem que foi criada por um mineiro, eu não duvidaria. Você conhece o Funil de Vendas? O funil de vendas é uma metologia que pode ajudar seu negócio.

Em 1898, Elmo Lewis desenvolveu um modelo que mapeava  a trajetória do cliente do momento que uma marca ou produto prendia a atenção do consumidor até a hora da compra

Na história, a ideia de Lewis, é muitas vezes referenciada como modelo AIDA – uma sigla que significa Atenção, Interesse, Desejo e Ação.

Já que estamos atentos a capacitar e aprender mais resolvi trazer essa semana algumas dicas importantes para você aprender e aprofundar.

É a oportunidade de rever conceitos e aplicar novas metodologias no modelo que utiliza em sua empresa ou no no seu negócio.

Para quem acompanha o Portal Negócio e Franquia sabe que já colocamos no nosso podcast da Rádio Super, a metodologia de cliente oculto e hoje vamos falar de outra metodologia que pode ser facilmente aplicada aos seus negócios.

Funil de Vendas pode ajudar seu negócio

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM FUNIL DE VENDAS OU FUNIL DE MARKETING?

Está pronto para ajudar o seu negócio? O funil de Vendas é um modelo estratégico de consumo que ilustra de forma teórica a jornada que deverá ser seguido pelo cliente até efetuar a compra de um produto ou serviço.

A maneira mais fácil de imaginar como a metodologia funciona é lembrar do momento que você vai passar um café para tomar. Coloca-se o pó na boca mais larga e de acordo com o tempo e quantidade de água temos o produto final na xícara. O mesmo acontece com o cliente, a medida que vai superando etapas definidas no seu processo de venda, o funil vai diminuindo.

ESTE PROCESSO É REPRESENTADO RESUMIDAMENTE DESTA FORMA:

  • Atenção– as pessoas sabem da existência do seu produto/serviço.
  • Interesse– o consumidor expressa ativamente interesse no seu produto/serviço.
  • Desejo– desperta no consumidor o desejo de comprar o seu produto/serviço.
  • Ação– ato da ação ou compra.

Este modelo é uma maneira de acompanhar os negócios e entender o caminho que seu cliente está passando.

Você pode definir a prospecção, reuniões, ligações, apresentação do produto ou serviço, depois apresentação de proposta e por fim o fechamento do contrato.

O QUE MUDA COM A IMPLANTAÇÃO DO FUNIL DE VENDAS?

Tendo esse caminho bem mapeado fica muito mais fácil acompanhar e evitar esquecimentos. Hoje você tem várias plataformas digitais gratuitas e pagas que podem te ajudar a executar esse serviço.

O importante é estar atento e criar um modelo adequado para ser aplicado no seu negócio.

Cabe ressaltar que o funil de vendas foi aplicado ao modelo a primeira vez ainda em 1924 e desde então vem sendo atualizado e utilizado pelos departamentos de venda e de marketing.

É a forma mais simples de orientar o consumidor no processo de vendas da sua empresa e organizar sua equipe para seguir procedimentos importantes para não perder negócios.

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Rede de Lavanderias de Olho no Norte e Sudeste

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Rede de Lavanderias de Olho no Norte e Sudeste

Mesmo com a atual situação vivida por quase todos os países do mundo, a economia, de maneira mais lenta, é verdade, ainda gira em algum deles, como no caso do Brasil. Rede de Lavanderias de Olho no Norte e Sudeste abrem 4 novas unidades.

Acreditando em um futuro promissor, a rede de lavanderias 5àsec implantou neste primeiro semestre mais quatro novas unidades em diferentes estados. A rede procurou cidades estratégicas e de grande potencial, como Jundiaí e Bragança Paulista, no interior de São Paulo, São Paulo, capital; e Palmas, no Tocantins, e abriu as portas ao grande público.

Além disso, a previsão é que mais 12 pontos ainda sejam inaugurados neste primeiro semestre, o que reforça o nome e o crescimento da empresa, que apareceu novamente no estudo das “50 Maiores Marcas de Franquias no Brasil”, divulgado pela ABF (Associação Brasileira de Franchising), na 34ª posição, com 442 unidades.

Modelo de negócio

A marca explora o conceito de multifranqueado. Das 442 unidades em operação, são apenas 170 franqueados, o que dá uma média de 2,5 lojas para cada empreendedor. Ainda em 2020, a rede pretende anunciar também um novo formato de negócio, que será uma opção aos que desejam abrir uma franquia e investir no próprio negócio com um investimento menor.

De acordo com o diretor comercial da 5àsec, Alex Quezada, a rede foi estruturada de maneira diferenciada, que permite a expansão com variados tipos de operação. “Temos a loja padrão, com maquinário completo e com capacidade alta para processar todos os serviços.

Além disso, o franqueado pode expandir com opções de menor custo, como uma loja satélite, com espaço e máquinas reduzidos ou os pontos de coleta, que são espaços menores que recebem as peças para serem processadas na loja padrão do mesmo franqueado”, explica, ao destacar que a grande sacada da empresa em 2019 foi o lançamento dos lockers, armários digitais que podem ser implantados em condomínios residenciais e comerciais.

Há 25 anos no mercado brasileiro, o grande desafio da rede ao chegar ao Brasil, segundo o executivo, foi trazer um serviço bem explorado em países da Europa e na América do Norte e criar uma cultura em um lugar onde grande parte da população ainda tem o costume de lavar roupa em casa. “O maior atrativo para investimento é o enorme potencial de crescimento.

Atualmente, apenas 4% da população economicamente ativa utilizam os serviços de lavanderia, sendo que mais de 20% desta população são consideradas clientes em potencial, de acordo com dados da ANEL (Associação Nacional de Empresas de Lavanderia).

Assim, trata-se de um mercado com bastante espaço para crescer e um potencial bem interessante para conquistar novos perfis de clientes a cada ano. Contudo, para continuar sendo referência no mercado, é fundamental investir em inovações para atender às expectativas dos clientes.”

Raio X da Lavanderia 5ásec

  • Nome da rede: 5àsec
  • Investimento: de R$ 190 mil a R$ 390 mil (Inclui taxa de franquia, instalação e capital de giro)
  • Royalties: 5%
  • Taxa de propaganda: 2%
  • Rentabilidade Média: 2,8% ao mês
  • Previsão de retorno do investimento: de 24 meses a 40 meses* (*O payback pode variar para mais ou para menos, de acordo com a gestão do operador de franquia, praça e público)
  • Faturamento médio mensal: R$ 65 mil *previsão de faturamento médio é uma estimativa, dependendo da gestão do franqueado e das características da região de atuação
  • Lucro mensal (média): De 20% a 30%
  • Número de funcionários por loja: em média 4 funcionários
  • Site: www.5asec.com.br

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